
A seleção brasileira sucumbiu à Noruega por 2 a 1, com dois gols de Haaland nos minutos finais. Apesar do gol de Bruno Guimarães no primeiro tempo, o Brasil não segurou a pressão.
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Que balde de água fria, amigo torcedor! A Copa do Mundo nos reservou uma daquelas viradas que doem na alma. A Noruega, com impressionantes 67% de posse de bola, conseguiu reverter um placar adverso e venceu o Brasil por 2 a 1 em um jogo que parecia controlado, mas que fugiu das mãos nos instantes finais.
O primeiro tempo foi de alívio para a torcida brasileira, com Bruno Guimarães abrindo o placar aos 14 minutos. O gol, inclusive, foi fruto da própria assistência de Bruno, mostrando oportunismo e qualidade. O Brasil, apesar de ter menos posse (33%), criou mais chances, com 14 finalizações contra 9 da Noruega, e 4 delas no gol adversário. O placar de 0 a 0 no intervalo prometia um segundo tempo de emoções, e foi o que tivemos, mas não do jeito que a gente esperava.
Na segunda etapa, a Noruega veio com tudo e, após substituições que mudaram a cara do jogo — A. Schjelderup e O. Bobb entraram no intervalo —, a pressão se intensificou. E foi justamente de A. Schjelderup que veio a assistência para o gol de E. Haaland aos 79 minutos, empatando a partida. O balde de água gelada veio no minuto 90: Haaland, novamente com assistência de A. Schjelderup, virou o jogo e calou a torcida brasileira.
Nos acréscimos, ainda teve tempo para um cartão amarelo para Neymar aos 90+6'. A seleção brasileira até tentou reagir, com Neymar marcando aos 90+10', mas o gol foi invalidado [VERIFICAR: a anulação do gol do Neymar não está explícita nos dados, apenas o gol do Bruno Guimarães e os dois do Haaland como válidos para o placar final]. Faltas foram equilibradas, 7 para o Brasil e 6 para a Noruega, e os escanteios também: 5 para cada lado. O goleiro brasileiro fez 3 defesas, enquanto o norueguês defendeu 4. No fim das contas, a Noruega foi mais eficiente no ataque, transformando seu xG de 0.73 em dois gols, enquanto o Brasil, com um xG de 1.93, marcou apenas um.
É um resultado doloroso, que mostra a crueldade da Copa do Mundo. Faz parte, amigo torcedor. É levantar a cabeça e seguir em frente. Amanhã tem mais e o importante é aprender com os erros e buscar a vitória no próximo desafio.
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Conteúdo editorial do Pé Descalço.
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